quarta-feira, 22 de junho de 2011

Entrevista com o Presidente J. Drinks

E
sta entrevista é a primeira de uma série que Drinks&Kibe fará, principalmente com seus confrades. Iniciaremos, democraticamente, com a figura máxima desta confraria – nosso eterno e inoxidável presidente Zé Drinks.
Muito querido por todos, Drinks iniciou o trabalho de registros fotográficos de seus amigos da Correa Dutra, especificamente da “Correa de Baixo”, como ficou conhecida a metade da Correa Dutra próxima a Praia do Flamengo. Centenas de fotos, registraram os personagens que ali viveram. Alguns ainda permanecem por lá; outros se foram ainda jovens; outros lá já não mais residem, mas não perderam seu vínculo com aquela rua do bairro do Catete. A nossa rua. Cenário de tantas aventuras e episódios marcantes de nossa infância e juventude.
Zé teve a genial idéia de deixar registrado, nossas histórias, fotos, depoimentos de amigos, músicas da época; enfim, tudo aquilo que nos foi precioso e que guardamos na memória para que nossos filhos e netos conhecessem. Uma boa idéia (que não é a cachaça 51), mas que ao usar os recursos tecnológicos dessa época cibenértica marca-se assim, um pouco da história dos Amigos da Correa Dutra.
Essa entrevista foi concedida a mim – Claudio Kibe – amigo e parceiro na construção o blog Drinks&Kibe – em junho de 2011. E posso lhes dizer que é um grande prazer, poder registrar esse bate-papo; e que nossos amigos e parentes possam conhecer um pouco mais deste nosso amigo.

K – Diga seu nome completo, dia, mês e ano em que nasceu e como é conhecido na turma.
ZD – JOSÉ DE SOUZA NETO, drink criado em 15 de maio de 1954. Na Correa Dutra, fui Zé Byra e depois evolui para Zé Drinks, ou José Drinks, como me chama o Frango em bom som.

K - Nome do pai e da mãe.
ZD – Ubyrajára, o Byrão, e Dª Ilka, a mãezona.

K – Quando sua família chegou à Correa Dutra?
ZD – Chegamos de Além Paraíba (MG) em março de 1956, pouco antes de completar meus 2 anos.

K – Em quais escolas voces estudaram naquela época?
ZD – Eu e meu irmão (Byra), assim como uma boa parte de nossa turma, fomos iniciados num Jardim de Infância que funcionava na sede velha do Flamengo (ninguém é perfeito).  Até hoje me lembro das bagunças, com corridas em cima das mesas e da hora do sono, quando a garotada tinha que deitar em esteiras e “fingir” que dormia.
O primário foi na antiga Escola Rodrigues Alves, na esquina da Silveira Martins, de onde guardo muitas saudades,.  Foi a descoberta de uma primeira paixão, do prazer em escrever e de uma bela cicatriz na perna direita (+ de 50 pontos) resultante de uma perseguição ao meu grande amigo Tuta (Leo), que hoje se esconde, ou melhor, mora em Campos e é membro ativo nas conversas do Grupo da Confraria.
O ginásio e científico foram cursados em outro de nossos redutos: o Colégio Santo Antônio Maria Zaccaria, sendo que no momento atual, com apoio da dita cibernética, como você lembrou muito bem, já conseguimos contatos com vários companheiros daquela época, inclusive com o Professor Alexandre, de Inglês, que acredito que você e outros que também estudaram lá, o guardam na lembrança. Era, ou melhor, ainda é gente muito fina. 
No 3º científico, tanto eu quanto o Byra, trocamos o Zacca pelo vestibular no Bahiense.  E como bons irmãos continuamos na mesma Faculdade. Nos formamos em Engenharia Mecânica pela Gama Filho, outra Faculdade de muitos amigos da Correa.
Depois disso vieram uns cursinhos tradicionais, duas pós e me formei também em Direito.  Me diverti bastante com os livros.

K – Tive pouco contato com seu pai, mas conheci um pouco sua mãe, quando estive no carnaval lá em Além Paraíba. Achei-a uma mulher muito legal, bem humorada, bem diferente de algumas outras mães que conheci. Voce acredita que essa sua irreverência venha um pouco dela?
ZD – Quem conhece meu pai o considera um senhor de bom papo, um verdadeiro contador de histórias. Vaidoso, de excelente memória, se diverte contando causos de sua época e de suas aventuras por esse Brasil. Minha mãe é isso mesmo que você descreveu. Conhecida por sua simplicidade e alegria foi, e até hoje, é considerada como mãezona por uma boa parte de nossos amigos, principalmente por aqueles que se hospedaram por um bom tempo em nossa casa.  Lá era o verdadeiro exemplo de coração de mãe, sempre cabia mais um. Creio que se sou como sou, os culpados realmente são eles.  

K – E essa irreverência, voce a tem desde criança ou acentuou-se mais tarde?
ZD – Quando criança, já no primário, com apoio da professora e ajuda de meu pai, que datilografava para mim, eu escrevia e editava um jornalzinho onde o foco principal era o dia a dia de nossa turminha.  É claro que o que mais fazia sucesso eram as “fofocas de praxe”, ou então aquele toque “irreverente” de uma determinada situação. E a irreverência, na realidade, assim como o próprio sarcasmo, apesar de  ferramentas úteis para quem se aventura por essas bandas, como você bem sabe, caminha por uma linha bem tênue entre o remédio e o veneno, e confesso que já levei alguns cascudos por causa disso. 

K – Por que Drinks?
ZD – É uma história simples. Voltávamos de uma festa, nem me lembro de onde, mas já era dia e estávamos na Correa de Cima quando resolvi pedir uma água mineral, coisa inusitada pois realmente não era uma cena muito comum, o normal seria um drink, claro.  Peguei a garrafa e virei.  Desacostumado, o líquido entrou pelo “esgoto” e me engasguei.  Saiu água pelo nariz e por tudo quanto é buraco, uma loucura, e o fato virou folclore como o “cara que passou mal por beber água”.  E assim nasceu o Zé Drinks.  

K – Como foi que surgiu essa idéia de fotografar o pessoal da Correa?
ZD – O gosto pela fotografia parece que já nasce com a gente.  Está no sangue.
Sempre gostei de ver as fotos antigas de meus pais, de meus parentes, amigos e até mesmo de desconhecidos.  O resultado não poderia ser outro e até hoje guardamos uma boa quantidade de fotografias por todos os cantos da casa.  É algo em torno de uns 100 álbuns completos, fora as quase 5000 cadastradas no Orkut e outras mais no HD, sem contar as que já perdi por não fazer um backup adequado. 
Quanto a idéia de fotografar o pessoal, na realidade não é uma coisa dirigida, diria que é uma conseqüência. É apenas uma parte do todo que tenho vontade de fotografar.  É um pedaço daquele momento mágico que nunca mais deverá se repetir.  Para mim, com a máquina na mão, da mesma forma que me satisfaz fotografar um amigo, também vibro com a foto de uma paisagem distante.  O mais importante é o clique daquele instante .

K – Alguém mais fotografava contigo?
ZD – Eu e Roberto (Azulão) fotografamos muito.  Fizemos um Curso de Fotografia e montamos um laboratório em minha casa que depois passou para o Carlinhos Levitanus, que de pupilo se tornou um mestre na arte.  Naquela época, para desespero de Dª Ilka, o banheiro amanhecia com centenas de fotos espalhadas pelo chão e que ninguém podia tocar até termos a certeza que estavam bem secas. A qualidade era tanto que até hoje, cerca de 40 anos depois, várias fotos ainda permanecem intactas.

K – O acervo tem muitas fotos? Quantas, aproximadamente?
ZD – Só em papel, são mais de 100 álbuns, todos completos. No Orkut já mandamos quase 5000 e no nosso álbum no Picasa, se não me engano devem ser umas 700.  Claro que algumas são comuns mas ainda falta muita coisa para ser copiada. 
Com o advento das fotos digitais, muita coisa fica no computador e muitas são até abandonadas. Na verdade, minha preferência é pelo papel, mas entendo que é uma situação difícil, pois se de um lado ficou mais fácil fotografar, principalmente em relação à quantidade, fica a questão do custo da revelação e do lugar para guardar.  O pior é que para mim tudo isso vale a pena.

K – Teve algum acontecimento inusitado por voce tirar uma foto de alguém que não quisesse ser fotografado?
ZD – No 52, onde além da família Silveira Lima (Dellaney, Antero, Paulão, Catarina e Bina), Falcão e outros confrades, morava também a Angélica, famosa chacrete dos melhores momentos do Velho Guerreiro.   Ela ia para o Brejo e ficava desesperada quando via que chegávamos na praia. Cada um ia por um lado e a seguia até a Correa. Foram muitas fotos até que ela fez queixa para o noivo, o cantor Zé Roberto que tentou enfrentar a turma e quase se deu mal. Só para sacanear, fomos até a Tupi, quando a Discoteca do Chacrinha era na quarta-feira, e subimos no palco para fotografá-la e o pior, para ela, claro, o Chacrinha ainda mandava ela ficar quieta para não atrapalhar o fotógrafo, eu.

K – Tem alguém que voce gostaria de ter fotografado e não conseguiu?
ZD – Muita gente, muita coisa, muitos locais.  Na verdade, tudo que não fotografei  gostaria de ter fotografado ou de fotografar um dia.

K – Nossos encontros com os amigos no final do ano, tem sido uma boa oportunidade de nos reencontrar. Em que ano foi o primeiro encontro? Voce se lembra quem estava lá?
ZD – Foi um começo sem grandes pretensões.  Eu e o Dellaney, muito eventualmente, quase sempre, nos esbarrávamos no Centro do Rio, lá na São José, no Dedinho.  Momento para uns chopinhos e o cachorro quente, que pelo dedo do garçom a gente sabia se estava quente ou não.  E num encontro casual com o Frango, resolvemos  marcar um encontro num lugar onde poderíamos conversar. Numa sexta-feira seguinte fomos ao Pontinho, famoso barzinho de fim-de-tarde, com música, cerveja e gente bonita.  Era o início de tudo, no ano de 1998.  Guardo esta data porque logo depois, com a ajuda de um amigo que até hoje só conheço por email e que se amarrou na turma, me ajudou a criar a primeira página na Internet envolvendo a turma da Correa Dutra.  Naquela noite, apesar da “música” um pouco alta, conseguimos conversar um pouco e decidimos que faríamos outras reuniões com mais frequência e a convocação da galera.  Uns queriam mensais, outros que fossem mais espaçadas, e pelo bom senso, oficializamos os Encontros Anuais, que desde aquele ano nunca deixaram de acontecer.  São 13 anos de muita emoção, com gente vindo da Bahia, São Paulo, Paraná e até dos EUA.  É um sucesso muito além do que esperávamos.    

K – Como foi a criação da Confraria da Correa Dutra e sua eleição para Presidente?
ZD – A Confraria foi apenas uma denominação que surgiu logo nos primeiros Encontros e a minha eleição, assim como as sucessivas reeleições, são frutos de reconhecimento de nossa luta pelo povo e para o povo da Correa Dutra e Arredores.

K – O blog Drinks&Kibe iniciou em maio de 2009 e apesar de ter poucos seguidores, já teve mais de 8.000 visitas; sendo que a matéria “O catecismo de Carlos Zéfiro” bateu recorde de visualização com mais de 1.000 visualizações. Como surgiu essa idéia do blog e a parceria Drinks & Kibe?  E qual a sua expectativa em relação ao blog?
ZD – Como dissemos antes, em 1999/2000 criamos uma página para a Correa Dutra.  Eram fatos, fotos e seções variadas de piadas, horóscopo e outras coisas mais.  Página típica e trabalhosa mas o resultado não foi o desejado.  Como sempre me interessei pelas novidades, o blog chegou e me conquistou logo de cara. 
Antes do Drinks&Kibe já tinha ensaiado a criação de um blog. Crônicas, poesias, política, informática, uma gama de idéias mas que paravam no caminho pois tinha um algo mais que me prendia, a história de nossa rua, de nossos Encontros que já completavam uma década. 
Em setembro de 2008 (de onde vc tirou o “maio de 2009”?), após nosso reencontro, depois de vários anos, nos deparamos que tínhamos muita coisa em comum, lembra? Nosso gosto pela escrita, pela informática e acima de tudo pela vontade de guardar e contar as histórias e aventuras de nossa turma.  Para o nascimento do blog foi um pulo.  Estava criado nosso jornal eletrônico, nosso diário e ponto de encontro. O nome Drinks & Kibe para mim é um verdadeiro achado, bem significativo e com certeza, duradouro.

K – Hoje em dia, com essa febre de sites pessoais as pessoas estão interagindo mais, mostrando-se na “vitrine web” em busca de conhecer pessoas do mundo inteiro. Um fenômeno de comunicação que já rendeu livros, filme, teses, etc. Antes, tínhamos o Orkut, um “álbum” que hoje em dia está perdendo terreno para o Facebook e para o Twitter. Voce acha que Drinks&Kibe também migrará do blog para o Facebook? Ou é possível manter os dois?
ZD – O Orkut vc descreveu muito bem. É meu álbum de retratos.  Esse foi e é meu principal objetivo nesta “vitrine”.  O Face, depois de vários convites, também me inscrevi mas apesar de toda a tendência migratória, para o meu objetivo ainda prefiro o Orkut.  O Twitter acho meio sem graça e com certeza perdeu muito com o avanço do Facebook.  Quanto ao blog, é como se vc comparasse um jornal com uma dessas revistas com fofocas e reportagens diversas, ou seja, são segmentos distintos e que não se misturam, mas que podem se interagir.  Vc mesmo tem usado esse recurso com o “cozinhando com amigos”.  Creio que já estamos preparados para o Face do Drinks&Kibe, o que acha?   

K – Voce deve ter reparado que mais de 90% da turma, mudou-se da Correa Dutra; mas mesmo assim, a ligação com aquele lugar é muito forte. A que voce atribui essa paixão pela Correa?
ZD – Creio que é uma atração natural.  Foram 26 anos diretos na mesma rua. Infância, mocidade, juventude, o início da fase adulta, namoros, pequenas brigas e até mesmo casamentos, alguns com mais de 20 anos de duração.  É realmente uma corrente muito forte e que promete durar ainda por muito tempo.

K - Voce mudou para Niterói. E o que mudou em voce, em relação a sua vivência em uma rua que tinha muitos amigos? Voce sente falta de alguém em especial ou de alguma coisa que tinha na Correa e que agora voce não tem mais?
ZD – Aprendi, principalmente com nossos Encontros, que o tempo não interfere em nossos sentimentos verdadeiros.  Depois de 19 anos em Niterói, é como se ainda estivesse pela Correa.  Ao mesmo tempo que estamos tão separados pela distância física é como se estivesse no dia a dia ao lado de cada um de vcs.  È estranho mas sinto que não saí da rua e me parece que diariamente caminho por aquelas calçadas.  E mesmo aqueles que já estão no andar de cima, os sinto por perto, escondidos mas presentes.  Tenho também a certeza de que a participação no Drinks & Kibe nos ajuda nesta fantasia com cara de realidade, e para melhorar, basta que a turma participe pouco mais, dessa forma é certo de que ficaremos cada vez mais unidos.

K – Zé, é comum a gente ter saudades de alguém, de algum lugar, de alguns bons momentos. Voce tem saudades de que ou de quem?
ZD – É como respondi antes, uma sensação estranha, pois se por um lado  sinto a falta de uns drinks aos sábados pela manhã, quando na ida para o Brejo, na maioria das vezes a gente ficava pelo caminho , por outro lado, e agora mais ainda quando escrevemos nossas lembranças, me parece que estou na própria Correa e que minutos atrás estive com o Frango, o Zé Franguinho, o Johnny, Antero e tantos outros amigos que povoam nossa vã imaginação (e olha que estou sóbrio). 

K – Quem é Zé Drinks?
ZD – Um cara simples, amigo e que vc pode convidar para tomar uns drinks em sua casa.

K – Palavras finais:
ZD – Um beijão e um drink para cada um e vamos aguardar para ler a próxima entrevista.  Quem será?


domingo, 12 de junho de 2011

Baú do Drinks - 1ª parte

Nada como um dia de frio para a gente remexer em nossos baús e buscar algumas das pérolas que ali guardamos com tanto zelo.

A primeira que achei foi uma há muito tempo pedida pelo Byra. Quem não se lembra do sorriso e do mate gelado acompanhado dos versos de que
"o pastel pra ser gostoso
é feito de madrugada
com a carne bem moída
gostosa e temperada"









Na mesma, ou melhor, na nossa praia, já despontava um grande atleta que ainda bem preferiu levantar a caneta que os pesos.
Dos anos 70, talvez nossa principal década,  muitos devem guardar preciosas lembranças, como de seus óculos, por exemplo.

No final de cada ano, a Pelada das Piranhas era marca registrada e algumas "meninas" com certeca fariam sucesso nas já tradicionais Paradas Gay dos dias de hoje.  




Não havia um concurso mas se houvesse, com certeza seria difícil escolher a Rainha.










Cada ano era uma alegria só.  Todos aguardavam o último dia do ano para ver as bonecas se enfrentarem no "buraco quente".


No mesmo "buraco" os atletas do volei já mostravam suas habilidades.




Um pouco turva, talvez pelos mais de 40 anos que nos separam do clique, esta pérola rolava no fundo baú.  Para quem não consegue reconhecer, de pé: Clerton, Roberto "Azulão" e Santalucia. Sentados: Tadeu, Claudio e Drinks.


De volta ao "brejo", um pedacinho da Correa de Baixo.  Destaque para Catarina e Bina, que reidem em Brasília e nosso confrade Ulisses "Peixe", que para nossa alegria compareceu em nosso último Encontro (2010) depois de um hiato de mais de 30 anos.



Na Correa Dutra, qualquer encontro era motivo de festa. E desde aquela época, como é possível observar, o Presidente J Drinks já era reverenciado por seus súditos, fiéis até os dias de hoje.


Na década de 70, nosso amigo Marquinho era a "rainha do brejo".

Maquiador da Globo e de Dª Dulce Figueiredo, viajou pelo mundo e sua maior glória, segundo ele próprio, foi ter sido convidado para ser duble de uma artista, pois o Diretor achava que seu corpo, de costas, era bem mais "sensual" que o dela.


Mas se Marquinho era uma bichinha genuína, existiam umas "paraguaias" que apareciam somente em momentos especiais.

Dizem as más línguas que alguns escaparam por pouco e como "as foto falam melhor do que as palavras"...

E para encerramos essa primeira e pequena parte de nosso baú, ninguém melhor do que o herói-bandido da Correa Dutra, Jhonny, que aqui aparece na sua eterna paquera com nossa confreira Ana.


Em breve, uma segunda parte...

terça-feira, 7 de junho de 2011

FESTA JOANINA


O
 parceiro Kibe abriu os festejos de nossa Festa Junina com os parabéns para seu fiel  companheiro de jornadas inesquecíveis, Carlos Alberto Teixeira, ou melhor Beto Narina, ou ainda simplesmente Bicanka, como o chama o comandante Svieirovsky.   

E como festa é festa, vamos chamar outras personagens para o palco:

                  Marquinho "Cabeça"         dia  05
                  Beto "Narina Bicanka"      dia  06
                  Armando "Quaqua"            dia 14
                  Isabel                                    dia 27
                  Tereza "Frango" Cristina   dia 29

O Beto já tem cara de Delegado e está contratado para tomar conta da Cadeia. 
 
Marquinho “Cabeça”, que no dia 5 comemorou seus aninhos,  vai cuidar das alianças dos noivos.   Alguma sugestão de como ele as carregará até o altar?

O noivo, por unanimidade, foi escolhido Armandinho “Qua-qua”, par perfeito para a folgoza Isabel, que deverá se apresentar com alguns de seus brinquedinhos básicos, e que certamente empolgarão o noivo e convidados. Tereza Cristina será a madrinha que abençoará os nubentes ao som de Juca Melão e sua banda, especialmente convidados para a festa.

Com todos presentes, e a quadrilha formada (e que quadrilha ...), a festa, que já se chamou de Joanina, em homenagem à São João,  está pronta para começar.

É hora de ligar o som. É dia de forró, de bumba-meu-boi e de dançar arragadinho. De não largar as mãos, cantar, dançar, soltar fogos com alegria e pedir aos santos católicos, São João, São Pedro e Santo Antônio, padroeiros das festas de junho, que abençoem a colheita de muita paz e de muito amor para os aniversariantes deste mes tão significativo para todos nós.

PARABÉNS  para Marquinho, Beto, Armando, Isabel e Tereza, além de outros que porventura não constam em nossos cadastros, e um pedido especial: que não deixem de comemorar estas datas tão importantes em nossas vidas.  Muita pamonha, cural, milho cozido, canjica, cuzcuz, pipoca, bolo de milho, arroz doce, bolo de amendoim, bolo de pinhão, bombocado, broa de fubá, cocada, pé-de-moleque, quentão, vinho quente, batata doce e muito mais.  Dúvidas no preparo? consultem o Kibe, nosso gourmet que cozinha para e com os amigos.