quarta-feira, 29 de julho de 2009


Esvaziávamos a casa da tia neste carnaval. Móvel, roupa de cama, louça, quadro, livro. Aquela confusão, quando ouço dois dos meus filhos me chamarem. - Mãe! - Faaala! - A gente achou uma coisa incrível. Se ninguém quiser, pode ficar para a gente? Hein? - Depende. Que é? Os dois falavam juntos, animadíssimos. - Ééé... uma máquina, mãe. - É só uma máquina meio velha. - É, mas funciona, está ótima! Minha filha interrompeu o irmão mais novo, dando uma explicação melhor. - Deixa que eu falo: é assim, é uma máquina, tipo um... teclado de computador, sabe só o teclado? Só o lugar que escreve? - Sei. - Então. Essa máquina tem assim, tipo... uma impressora, ligada nesse teclado, mas assim, ligada direto. Sem fio. Bem, a gente vai, digita, digita... Ela ia se animando, os olhos brilhando. - ... E a máquina imprime direto na folha de papel que a gente coloca ali mesmo! É muuuito legal! Direto, na mesma hora, eu juro! Eu não sabia o que falar. Eu juro que não sabia o que falar diante de uma explicação dessas, de uma menina de 12 anos, sobre uma máquina de escrever. Era isso mesmo? - ... Entendeu mãe?... zupt, a gente escreve e imprime, a gente até vê a impressão tipo na hora, e não precisa essa coisa chata de entrar no computador, ligar, esperar hóóóras, entrar no word, de escrever olhando na tela, mandar para a impressora, esse monte de máquina, de ter que ter até estabilizador, comprar cartucho caro, de nada, mãe! É muuuito legal, e nem precisa de colocar na tomada! Funciona sem energia e escreve direto na folha da impressora! - Nossa, filha... - ... Só tem duas coisas: não dá para trocar a fonte nem aumentar a letra, mas não tem problema. Vem, que a gente vai te mostrar. Vem... Eu parei e olhei, pasma, a máquina velha. Eles davam pulinhos de alegria. - Mãe. Será que alguém da família vai querer? Hein? Ah, a gente vai ficar torcendo, torcendo para ninguém querer para a gente poder levar lá para casa, isso é o máximo! O máximo! Bem, enquanto estou aqui, neste "teclado", estou ouvindo o plec-plec da tal máquina, que, claro, ninguém da família quis, mas que aqui em casa já deu até briga, de tanto que já foi usada. Está no meio da sala de estar, em lugar nobre, rodeada de folhas e folhas de textos "impressos na hora" por eles.

Incrível, eles dizem, plec-plec-plec, muito legal, plec-plec-plec. Eu e o Zé estamos até pensando em comprar outras, uma para cada filho. Mas, pensa bem se não é incrível mesmo para os dias de hoje: sai direto, do teclado para o papel, e sem tomada! Céus! Que coisa maravilhosa!

(autor desconhecido)

terça-feira, 21 de julho de 2009

20 de Julho - Dia do Amigo - parabéns aos amigos de Julho

Antes dos parabéns de julho, vamos aproveitar para registrar uma data que ganha cada vez mais espaço, tanto no cenário nacional quanto no internacional, e evidentemente graças ao impulso dado pela Internet e pelo comércio, o Dia do Amigo.

No Paraguai, 30 de julho, nos EUA, no primeiro domingo de agosto, no Chile, em outubro, no Brasil, 14 de fevereiro, e em alguns países da Europa, o Dia da Amizade já é de muito festejado. Uma idéia que surgiu com o paraguaio Ramon Bracho, que tentou desenvolver a Cruzada Mundial da Amizade. Embora uma boa parte da população tenha apostado no fracasso da idéia, na verdade a semente brotou e ao longo do tempo outors países adotaram a comemoração pela amizade.

Sabemos que o homem busca conceitos e expressões para desenvolver o significado da amizade, de uma verdadeira amizade. Algumas complicadas, outras simples, mas a maioria envolve o fato de amigos devem a tudo suportar e a tudo perdoar, pois para existir a verdadeira amizade deve existir o verdadeiro amor, o amor de amigos.

E quem diria, em 1969, por inciativa do hermano Enrique Febbraro, que viu na chegada do homem à Lua um marco para que todos se unissem em uma amizade sem fronteiras, foi assinado o Decreto nº 235/79 que instituiu o Dia do Amigo na Argentina, o primeiro país a oficializar a amizade. No mesmo ano, o Uruguai passou também a adotar o mesmo dia 20 de julho, seguido por Brasil, Espanha, Peru e diversos outros países.

Mas se o verdadeiro amigo é visto como um irmão, ou até mais para alguns, não poderia deixar de existir alguma polêmica, uma "briguinha entre irmãos". E ela existe, ou seja, segundo uma informação que circulou na internet e não devidamente comprovada, foi registrada no INPI, a "patente de nº 821860615" que oficializa o Dia do Amigo, no dia 18 de julho, e não no dia 20, para que não haja confusão com o Dia Internacional da Amizade, comemorado em vários países no dia 20 de julho.

Sendo assim, um parabéns para o Dia do Amigo e também para o Dia Internacional da Amizade, que para todos nós não se encerra nesse ou naquele dia, pois permanece vivo em nós todos os dias do ano.

Dentre os amigos é comum a alegoria aos "melhores amigos". Seriam aqueles em que a confiança mútua é inabalável. A fidelidade é uma questão de honra. E não existem obstáculos, nem mesmo a família, para um chamado de socorro. As conversas entre eles são verdadeiras terapias, onde se confessam, se entregam e nada cobram, a não ser estarem juntos e conversando.

E sinto que nossa Confraria só faz crescer o sentimento de amizade que existe entre nós. E para comemorarmos essa verdadeira amizade, nada melhor do que darmos os parabéns aos nossos amigos aniversariantes de julho.

Começamos com o Velho Derze, que aniversariou no dia 5 de julho. E para falar do amigo convidamos o Beto Narina para dar o recado, o que foi feito com muito carinho e muitas lembranças.

"Incumbiu-me nosso querido e eterno Presidente de escrever algumas palavras sobre os aniversariantes do mês de Julho. Tarefa difícil essa em uma lista com a qualidade editorial da dupla Drinks & Kibe. Mais especificamente de nosso grande amigo aniversariante desse mês - Derzemar Cavalcanti Derze.
Fiquei aqui matutando nestas últimas duas semanas, assoberbado de trabalho e ainda desde a semana passada derrubado por essa maldição moderna - embora mais antiga que nossos descendentes, a Gripe.
Por onde começar.
São muitos filmes que vão passando em nossas mentes, entrecortados e picotados, afinal é como reconstituir um filme que não foi bem armazenado. Mas há uma diferença fundamental. Nossas lembranças conforme vão sendo estimuladas começam a abrir espaços em nosso HD interno e buscando trilhas e arquivos envelhecidos, empoeirados, mas repletos de vida e emoção.
Assim comecei a lembrar de minha chegada à CD nos idos de 1968.
Vinha, assim como nosso Diretor de Divulgação, Eventos, TV e Mídias Especiais - Marco Charuto, da Rua Santo Amaro, na Glória, corridos de lá que fomos por uns desabamentos que enterraram muita gente e talvez alguns amigos, ocorrido naquele ano.
Com 12 anos de idade chegava a CD onde já havia uma turma organizada, bem numerosa, convictamente já alvi-negra - daí minha paixão de origem pelo nosso Glorioso Botafogo, mas com dificuldades de enturmação. Pegava minha bicicleta todos os dias - nas férias - mudei para a CD em dezembro de 1968 e me mandava para a Glória. Como o Charuto já havia trilhado esse caminho faciltaram-se as coisas para mim e em curto tempo já começava a participar daquela nova turma, muito maior e eclética que a outra turma.
Nesse tempo reinavam absolutos aqueles mais velhos, dentre eles, Derzemar. Haviam outros como o Dourado, irmão do Armando, Raimundo Milihomem, Toninho Peito de Pombo, etc. Todos mais velhos que nós e em um patamar acima do nosso, e particularmente do meu, com namoradas, trabalho, envolvimentos políticos, algumas diversões extra-sensoriais, enfim uma outra turma. Mas, no nosso caso tinhamos o Derzemar mais próximo de nós. Também botafoguense. Alguma grana no bolso pois trabalhava na VARIG e por aí vai.
Tinhamos dois grandes momentos de realização das amizades nessa época ligados ao futebol - um deles as peladas que jogavamos frequentemente seja na rua, no aterro ou na praia e jogavamos muito mesmo; outro nas idas ao Botafogo e aos jogos do Botafogo no Maraca. Haviam variações devido aos colégios que frequentavamos, outros esportes e principalmente aquela conversa de rua que rolava todos os dias, em períodos de férias até tarde da noite, sentados nos parachoques e paralamas dos carros, ora aprontando uns com os outros - e com terceiros, ora combinando novas traquinagens. Teve também a fase das pescarias.
Lembro bem, tempos depois que faziamos uns longos passeios de bicicleta, onde deixavamos a CD com nossos incrementados camelos sem paralamas, guidon virado para baixo de forma a parecer uma bicicleta de corrida, saindo da CD, subindo Laranjeiras e Rua Alice. Chegavamos a Santa Teresa. Pedalavamos até a subida do Corcovado e de lá empurravamos até as Paineiras ou até o Cristo. Quando iamos pelas Paineiras desciamos pela Vista Chinesa, Estrada do Alto e finalmente pela Estrada das Canoas ou pela Barra pela Estrada do Alto.
Depois é claro haja pedalar de volta.
As subidas eram na sua maior parte empurrando e haja empurrar, afinal nem havia marchas nas bicicletas - demoravamos horas, muitas horas subindo e desciamos encacetados com aqueles freios absolutamente ridículos, muitas vezes já anoitecendo.
Numa dessas programamos uma subida - talvez um sábado, e lá aparece o Derze com uma Monareta - aquela de rodas pequenas e pneus mais largos. E fomos nós - ao que lembro eu, Vieira, Mario, Derzemar e creio que o Bibaca. Se esqueci alguém corrijam-me por favor. A Monareta foi "tomada emprestada" por ele em um biciletário, acredito eu do 119 ou então do Serginho Castor. E lá fomos nós para nossa aventura. Já em frente a Hebraica uma ligeira altercação com motorista que abiru a porta do carro e quase derrubou um de nós. Discussões e xingamentos e sorte dele que o Vieira estava de bom humor por que senão seria porrada na certa.
Pegamos a Rua Alice - passamos pela Casa Rosa de tão boas lembranças e de ótimos episódios - já empurrando as bikes e toma tempo até chegar em Santa Teresa.
Fomos subindo - Corpo de Bombeiros, Mirante Dona Marta e, dessa vez, direto pelas Paineiras.
Ziguezagueando já na descida pelas tortuosoas e esburacadas estradas e mirantes até que lá pelas tantas, depois de termos saido da Estrada do Alto e emburacado para pegarmos a Estrada das Canoas, nosso amigo Derzemar caiu da bicicleta. A velocidade era grande e se machucou todo. Fora isso a bike se acabou. A roda dianteira virou um oito.
E agora o que fazer. Reunir a galera, uns já tinham passado, fazer um balanço dos estragos e das possibilidades. Nada de mais grave havia acontecido. Nem braços, pernas ou cabeça quebrados.
Teriamos que seguir em frente e assim fizemos, sem poder ter um bom desempenho, pois tivemos que levar um no quadro da bicicleta.
A Monareta não sei para onde foi ou onde ficou. Tentamos ainda um telefonema em uma daquelas guaritas das casas de luxo que ficam ou ficavam por ali, mas nada foi possível.
Anoiteceu.
Nossos pais e mães já preocupados - onde andam esses meninos - prenúncio de um bom esporro.
Assim voltamos até nosso reduto, com nosso amigo Derzemar avariado, mas conosco. Quanto a bike não me lembro, mas não era dele mesmo. Foi mais uma aventura um tanto quanto enlouquecida, mas que naqueles tempos ainda eram bem possíveis de serem feitas.
Foi apenas o flashback de um acontecimento que lembrei e que certamente poderá ser enriquecido pelos demais.

Ao amigo Derzemar - o homem da VARIG, feliz aniversário e feliz dia do Amigo."

O próximo e grande amigo da lista, é Walter Curi. Grande no tamanho e enorme na amizade, no dia 7 de julho assoprou mais uma velinha, e quem manda o recado é o Byra, que nos confessou ter ficado emocionado com a oportunidade de falar um pouco de Waltinho. Falar de uma amizade que para ele, e também para nós, só fortalece com o tempo que passa.

Assim disse o Byra:

"PARABÉNS CURI......

Não sei quantos anos o Curi está completando hoje, 07 de julho, mas sei que o conheço há mais de trinta.... Entre idas e vindas, nunca deixamos de nos querer bem. Waltinho é uma pessoa especial. Seu coração é diretamente proporcional ao seu corpanzão.

Entre as diversas características marcantes que todos temos, a que mais me chama a atenção no Curi é sua “ambiguidade”, manifesta desde os nossos primeiros contatos na adolescência.

Tudo na vida do Curi, “parece, mais não é”. Alto... sempre acima do peso... bonachão.... nunca foi chegado aos esportes que praticávamos. Gostava mesmo é do violão e de fazer de sua bela voz, herança da família, uma arma mortal para ‘seduzir’ os corações das meninas desavisadas que não temiam a aproximação daquele jovem, belo e educado, que, aparentemente, não oferecia perigo.... (“Era o genro que toda mãe gostaria de ter”)... Quantas moscas caíram na teia!!!! Quem não o conhecia bem, ao primeiro contato, poderia até ter a falsa impressão de que ele era ‘muito delicado’.... (ou, no popular: aviadado), mas, rapidamente, com um pouquinho mais de atenção, não só mudava o pensamento, bem como alertava a irmã, a prima, a amiga mais chegada, sobre os ‘cuidados’ a serem tomados com ‘aquele gordo, louro de olhos claros, com carinha de menino carente”.

Waltinho é privilegiado por sua inteligência, herança genética de seu pai....rsrsrs. Mas, também nesse campo, a ambiguidade se faz presente. O conheci no Colégio Zaccarias, ocasião em que ele já se destacava como ‘ótimo aluno, ‘primeiro da turma’, ‘referência’ etc..... isso depois de ter sido ‘expulso’ de vários colégios anteriores, e ser ‘convidado’ retirar-se do Zaccaria, ocasião em que se comprometeu com o seu pai e o reitor, “que se lhe dessem uma ‘chance’ ele mudaria o rumo de sua vida e se tornaria um ‘ótimo’ aluno....” Chance dada, palavra cumprida. Das cinzas da Fenix de um aluno medíocre, renasce um brilhante aluno. A ambiguidade continua a acompanhá-lo e no Curso Miguel Couto- Bahiense, onde firmou-se na turma IME 1 - sempre como destaque e referência – fez parte da ‘seleção bahiense‘ para vestibular do IME - um dos mais difíceis do país – e, merecidamente, virou ‘manchete de jornal’ por sua nota em matemática. Mas, prá não fugir a lógica que acompanha a sua vida, foi ‘reprovado’ em Francês?!?!?!? (SEM COMENTÁRIOS).... A engenharia perdeu um aluno brilhante, mas o magistério, com certeza, ganhou um excelente e consagrado professor de física e matemática. E, aqui prá nós, não sei se o Curi conseguiria terminar o curso do IME tendo que se enquadrar naquele regime militar... acho que ele largaria o curso antes do final, ou, ‘seria convidado a se retirar’, como nos velhos tempos.

Curi, a vida nos afastou temporariamente, mas o Grande Arquiteto, que traça os planos das nossas vidas, fez com que nos reencontrássemos através de nossa Confraria. E, com muita emoção, retorno ao convívio de ‘meu irmão’ Walter Curi, agora unido pelos laços não somente da amizade, como da fraternidade. Revê-lo foram momentos de muita alegria, de resgate de uma amizade que sempre esteve viva em nós, mesmo que a distância, e poder parabenizá-lo pela passagem de seu aniversário me proporciona uma grande alegria.

Receba um tríplice e fraternal abraço e um beijo nesse imenso coração.

No próximo dia 24, aniversaria Aracélie Mayerhoffer, ou melhor, nossa amiga Cecé, que para lamento do Kibe, uma das poucas amigas que se aventuram em nosso grupo na internet.
Hoje Cecé é uma mulher de destaque na sociedade de Campos. Dentista, ou melhor, Cirurgiã Dentista, como muitos fazem questão de serem chamados, atua firme na saúde dos campistas. Bem casada, mantém o humor que era uma característica sua nos velhos tempos da Correa.
E para dar os parabéns à Cecé, em nosso nome, inovamos e convidamos uma amiga recente, Rose Pedersoli-Fuhrmann, ou simplesmente Rose, como gosta de ser chamada.

Rose morava na Correa de baixo e praticamente não teve contatos com Cecé, que era da turma de cima. Porém o mais importante é que nosso grupo as uniu e hoje se comunicam e se entendem como se conhecidas fossem desde aqueles áureos tempos.

Obrigado Rose por sua participação, voces simbolizam a união de nossas tribos, da afirmação de que nós somos um só grupo, uma só amizade, de cima a baixo.

"Querida CECE... estamos nessa... e ninguem nos tira o direito de sermos felizes aos 50 anos...
Estou realmente curtindo muito os meus quase 50... estarei chegando la em 2 anos e ja posso
dizer por ai que tenho meus 50 que nao faz mal nenhum.

Chegar e passar dos 50 significa que as rugas sao por conta da falta de dindin para fezer uma boa plastica e sao tambem marcas da vida maravilhosa, com experiencias e vontade de viver, que nos.
Estas sim com os meus 50, mas humilde, como sempre digo... aprendendo porque nunca se sabe tudo nesta vida....

Queridissima CECE ... digo que curtir um sexo bom e uma boa companhia nunca fez mal a ninguem... hahahaha nao importa a idade!!!

Fique com Deus e VIVA A CECE COMO QUE ESTÁ VIVENDO O SEU DIA HOJE COMO AS CINQUENTONAS.... DE FIBRA, FORCA, ALEGRIA, EXPERIENTE, FALIZ E ACIMA DE TUDO::::::::: F E L I Z !!!!!

BEIJOCAS E DESEJE 50 COISAS BOAS PARA VOCE NESSE DIA; PORQUE SE VOCE DESEJAR COM VONTADE E SEGURA; O UNIVERSO VAI COOPERAR COM VOCE E COM A AJUDA DAS NOSSAS VIBRACOES PRA VOCE:::: VOCE VERA OS SEUS DESEJOS REALIZADOS MAIS RAPIDO POSSIVEL......

CECE P A R A B E N S !!!! com todo o nosso carinho .... voce merece.... LINDA...."

E não poderiam faltar os parabéns especiais para Priscilla "Drinks", a Neném do Presidente, que comemorou seus 25 anos no dia 13, mas que no dia 1º foi ela quem nos deu o presente, ao falar para o "(Zé) Neto (Drinks) que ele vai ser Vovô".

Parabéns minha filha, e lembre-se sempre de que os amigos de seu pai e de seu tio serão para sempre, também seus amigos, verdadeiros amigos, que desejam para voce, seu marido e o neném que vai chegar, um mundo melhor, de sucessos, e recheado com muito amor, onde não deve e não pode faltar o "amor de amigos".

Drinks & Kibe

ESPECIAL

Nosso blog é igual "coração de mãe" e sempre cabe mais um. E não podemos deixar de dar um parabéns especial para uma amiga daqueles tempos de teatro, um marco em nossas vidas, tanto que ela acabou por grampear um dos nossos companheiros da Correa Dutra. Estamos falando de Tânia "Vovó", que no dia 25 de julho completou mais um FELIZ ANIVERSÁRIO. Tânia é casada com Robson, nosso querido Pirata da Correa.

Que sejam benvindos ao grupo e contamos com a presença de voces em nossas próximas reuniões.

Parabéns "Vovó" e um bjo enorme no coração de cada um, são os votos da Confraria da Correa Dutra e em especial de

Drinks & Kibe


domingo, 19 de julho de 2009

DÊ-ME UMA NAÇÃO EM CRISE E EU TE DAREI UM SALVADOR DA PÁTRIA

Antes de qualquer bronca, e também de parabenizar nossos aniversariantes de julho, resolvemos abrir o espaço para a msg que nosso confrade Marco Charuto distribuiu para o grupo (Yahoo).

É uma visão pessoal de nosso quadro político mas que pode nos ajudar a pensar nas eleições de 2010.


"Precisamos ser mais analíticos na nossa capacidade de prever muito além da linha que divide a esperança da realidade

Por que somos levados a apostar todas as nossas fichas em candidatos que são completamente desqualificados para os cargos de liderança do nosso país?

Simples, não temos tradição para rever a história, ela sempre tem se repetido ao longos dos séculos.

Foi assim na Alemanha durante a ascensão de Hitler que surgiu como o salvador da pátria já cansada e falida após a primeira guerra mundial; a esperança de dias melhores, da verdade absoluta, inquestionável e intocável...

Não tão distante assim no tempo, surgiu um líder sindical polonês, Lech Walesa. Líder autêntico da classe operária, ele foi admirável organizador de uma luta sem quartel contra a ditadura que sufocava a Polônia, por décadas. De uma resistência localizada em um grande centro industrial, espalhou-se pela totalidade do território nacional.

Ele lembra muito o nosso Lula de hoje, que aliás inspirou-se também nas lutas trabalhistas do lado de lá. Sua indiscutível liderança popular assim como Lula, mobilizou a sociedade. Os trabalhadores passaram a reivindicar melhores condições para o exercício das suas atividades produtivas. A universidade e os intelectuais despertaram para militância política como aconteceu aqui no Brasil também, quando Lula já era uma figura notória no cenário político-sindical . O mesmo ocorrendo com a juventude que na empolgação e na sêde de mudanças embarcou de corpo e alma nos projetos idealizados, não tão diferentes do então PT , sigla da qual Lula pertence até hoje. Era uma epopéia de um novo tempo, onde aquele valoroso povo (polonês e brasileiro) rompia com a passividade e demonstrava não mais ter medo dos burocratas autoritários sustentadores da ditadura sem alma. Notem que podemos estabelecer um paralelo ao escrever sobre as duas circunstancias sócio-políticas da época do Brasil e Polônia.

Politicamente e academicamente, tanto Lech Walessa como Lula são figuras de qualificações limitadas, orientados pelos ditos intelectuais, mostraram habilidades “excepcionais” nos discursos, esses nunca direcionados aos mais esclarecidos, mas que ganharam força mais pelas frustrações causadas pelas situações dos países. Esse é um detalhe interessante, os discursos dos políticos, nunca são efetivamente direcionados aos esclarecidos, sempre são inflamados e com uma linguagem bem acessível ao povão, mas que esconde por trás deles, a retóricas tradicional de todo político brasileiro, enganam-se aqueles que Lula é um político inovador, diferente e moderno, nele está incorporado os mesmos vícios dos antigos coronéis que em cima dos coretos, iludem a população ingênua.

O grave erro de ambos foi lançar expectativas lançadas em suas nações que pareciam factíveis se realizarem e que até hoje nunca foram concretizadas, por mais sinceras e verdadeiras até então que tenham sido as suas intenções de líderes populares . De um Lado, Lech Walessa que não pecou por malabarismos ou desvios de condutas dos seus auxiliares, ou mesmo do movimento“Solidariedade” e de outro lado temos o nosso Lula que hoje e capaz de prestar“Solidariedade” a um dos mais tradicionais coronéis da política brasileira, ex-presidente da república e hoje presidente do senado, Sr, José Sarney e também Fernando Collor, antigos desafetos e que agora se mostram amigos de infância e que o Sr. Sarney, “NÃO pode ser tratado como pessoa comum”, porque para ele a lei não deve valer. Esse claro despreparo para o exercício do poder é ofuscado pelos discursos direcionados, NÃO A VOCÊ que tem o discernimento e que pelo menos tem o bom senso para questionamentos mais apurados e que não se deixam levar pela epidemia PETISTA que sequer demonstram que o mais importante são os interesses na nação e não o poder, a hegemonia que querem impor ao país.

É tradição na política, sempre que um país está desgastado, sofrido, como o nosso Brasil, surgir um salvador da pátria e com Lula não foi diferente, só que ele veio como a esperança inovadora de realmente querer mudar o país e romper com tudo que havia de ruim, moralmente e eticamente na política nacional, mas o tempo no poder tem mostrado que ele encarnou tudo de ruim, moralmente e eticamente também. Faz alianças com o demônio e sua turma e ainda os defendem !

As contradições são muitas do PT: estão do lado de um antigo líder da ditadura, José Sarney, apóiam a ditadura de Cuba, abrem as pernas para a Bolívia e Equador e Paraguai, assistem da geral o Líder da America Latrina , Sr. Hugo Chaves, numa política armamentista de botequim, sem valorizar as nossas forças armadas, hoje sucateadas.

As promessas de reformas profundas baseadas nos preceitos de campanha e promessa no discurso de posse até hoje não foram implementadas...

Lula hoje também crítica os que tem qualificação e os acusam de serem os responsáveis pela situação do país e sua equipe forja (em período pré-eleitoral ), doutorados, mestrados, pós graduações.

Está no final de governo e atribui tudo que é de ruim ao FHC, e vai ser assim até o fim se a Dilma for eleita. Blindam a CPI da Petrobras, quando deveriam ser transparentes e apontar responsáveis, mas não, a turma dos sindicatos assumiu algumas gerencias estratégicas para certamente descobrir petróleo lá no ABC, onde ficam suas bases."

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Ô..ô..ô...ô..ô, o Neto vai ser Vovô ...

Não poderia deixar de registrar esse momento, que como todos os outros, é único, um só. Ontem, dia 1º de julho de 2009, às 16 horas e 58 minutos, recebo uma ligação de minha Neném, minha filha para os demais, que simplesmente me pergunta “se eu estava preparado para ser vovô”.
Confesso que era uma pergunta esperada para qualquer momento. Nós sabíamos que era essa a intenção dela e de meu genro, e claro, de todos nós, mas não teve perdão, ela conseguiu me calar ao telefone, conseguiu fazer com que as palavras não saíssem e a emoção tomasse conta de meus pensamentos e de meus olhos, tão marinados que parecia estar no fundo de uma piscina e com muito cloro.
Do outro lado da linha ela insistia. Ouvia suas risadas de felicidade e do meu silêncio. Ela me conhece e sabia o que estava acontecendo, sabia o que eu estava sentindo e o quanto eu esperava por essa notícia.
Com a voz embargada não consegui levar a conversa adiante. Não sabia se enxugava o pranto ou se corria para contar a novidade. Me contive, consegui segurar e resolvi que esse momento pertencia mais a ela do que a mim e que caberia a eles a maior divulgação.
Suspendi a Terapia das quartas-feiras no Bar do Pernambuco, o que só é feito em ocasiões especialíssimas, e para esses amigos de sempre não tinha como deixar de não dividir a alegria. Nelsinho, Dellaney e Ricardo foram os privilegiados que curtiram comigo a notícia em primeira mão. Até mesmo no trabalho deixei para comunicar no dia seguinte, queria muito vê-los curtirem os parabéns iniciais e depois eu continuaria o jogo.
E por falar em jogo, foi assim que também me senti, em pleno Maracanã, casa cheia, em que nosso time ataca e eu faço um golaço e decido a partida. O silêncio inicial é então quebrado e substituído por um coro que até agora me persegue e acho que ainda vai durar por muitos meses:

- ô..ô..ô ô...ô, o neto vai ser vovô ....

Sou campeão, ou melhor, somos todos campeões, e corremos em uma volta olímpica na cadência da torcida que não para de gritar e agitar suas bandeiras:

- ô..ô..ô ô...ô, o neto vai ser vovô ....

Sei que alguns de nossa turma já passaram por isso e sabem muito bem como estou me sentindo agora, mas se cada momento é diferente, a emoção por maior que seja, também difere no peito de cada um, mas com certeza a minha cresce mais ainda por saber que estamos cada vez mais juntos, mais perseverantes em nossa amizade e que essa alegria serve para mostrar aos nossos filhos, aos novos amigos, que nossa turma, nossa união, cresce e fortalece a cada dia que passa, com novos membros que no futuro terão muitas histórias para contar, e uma delas será esse meu jogo de vida, de alegria, e de muita e muita emoção e por isso que eu canto, e convido todos vocês para cantarem comigo:

- ô..ô..ô ô...ô, o neto vai ser vovô ....
- ô..ô..ô ô...ô, o neto vai ser vovô ....
- ô..ô..ô ô...ô, o neto vai ser vovô ....